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ELEMENTOS CARACTERIZADORES DA CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA NO ESPÍRITO SANTO

In Demografia, Desenvolvimento Capixaba, Interiorização on 02/08/2012 at 14:20

Por: André da Silva Mendes, Arlindo Villaschi e Ednilson Silva Felipe

 No Espírito Santo, apesar das evidentes concentrações setoriais e regionais da renda, as altas taxas de crescimento econômico (puxadas, principalmente, pelo bom desempenho do segmento exportador de commodities) vêm sendo tratadas nos meios políticos e pela mídia local como indicativo de vigor da economia local. Pouco ou quase nada se discute o conteúdo dessa concentração e seus impactos na sustentabilidade desse crescimento.

Quanto às conseqüências, vale dizer que além de se concentrarem em poucos segmentos produtivos[1], as unidades produtoras desses segmentos concentram-se em um pequena faixa do localizada ao longo do litoral.  Essa concentração no espaço tem gerado crescentes externalidades negativas para a Região Metropolitana da Grande Vitória (poluição, circulação urbana, dentre outras) e passa a ser fator de crescimento desordenado de cidades menores, tais como Guarapari, Anchieta, Linhares e São Mateus.

Reconhecer esse conteúdo do crescimento econômico e suas conseqüências já visíveis e previsíveis é um primeiro passo no sentido de instruir um debate produtivo.  O embate político entre os que vêem no crescimento uma fonte segura de desenvolvimento (a ponto de verem os dois termos como sinônimos) e aqueles buscam aprofundar o debate com vistas a ser buscada a desejável convergência entre desempenho econômico, coesão social e sustentabilidade ambiental, está longe de ser algo trivial.

Se a lógica de localização dos empreendimentos, ainda na primeira fase de industrialização capixaba, centrada em pequenas e médias empresas resultou em sua concentração na Grande Vitória, essa concentração se acentuou ainda mais com a decisão na década de 1970 e posterior implantação na década de 1980 de grandes projetos voltados para a diversificação de exportações brasileira baseadas em commodities nas áreas de minério, metalúrgica e de celulose.  Isso porque a implantação desses projetos se deu ao longo do litoral, entre os municípios de Anchieta e Aracruz, mas majoritariamente na Grande Vitória, conforme ilustra a figura a seguir.

FIGURA 1 – LOCALIZAÇÃO DA CST, PELOTIZADORAS DA VALE, DA SAMARCO E DA ARACRUZ CELULOSE

Fonte: elaboração própria

Dadas as especificidades da diversificação econômica do estado, tanto através da industrialização retardatária via pequenos e médios empreendimento, quanto dos Grandes Projetos, e seus efeitos para frente e para trás, o crescimento vivenciado pelo estado na últimas quatro décadas foi caracterizado pela concentração espacial e setorial.  Espacialmente, a figura abaixo ilustra que, além dos chamados grandes projetos, a área litorânea do Espírito Santo concentra a maior parte dos arranjos produtivos dinâmicos capixabas.

 

FIGURA 2: LOCALIZAÇÃO DOS APLS, DIVIDINDO O ES A PARTIR DA BR 101

 

Fonte: Elaboração própria

Setorialmente também é marcante a concentração da dinâmica econômica estadual.  Conforme pode ser visto nas tabelas abaixo, tem sido crescente a participação relativa dos segmentos produtores/exportadores de commodities intensivas em recursos naturais não renováveis, tanto no PIB capixaba quanto no Valor Adicionado da produção.

 

TABELA 1 – EVOLUÇÃO DA PARTICIPAÇÃO SETORIAL NO PIB ESTADUAL (1970/2004)

 Fonte: Caçador (2008) e Rocha e Morandi (1991)

 TABELA 2 – EVOLUÇÃO DA PARTICIPAÇÃO RELATIVA NO VALOR ADICIONADO, POR SETOR, NO PIB ESTADUAL (2005/2009)

Fonte: IJSN (2010 e 2011)

Conforme dito anteriormente, essa concentração espacial e setorial responde à lógica de mercado que busca o crescimento sustentado tanto por externalidades quanto por escala de produção.  Essa concentração, entretanto, gera externalidades sociais adversas que precisam ser evitadas e/ou mitigadas.Fonte: IJSN (2010, 2011)

A reconfiguração do espaço estadual

A passagem de uma formação socioeconômica rural para uma urbana, cujo crescimento econômico se sustenta na produção/circulação de commodities baseadas em recursos não renováveis, se deu através de mudanças estruturais que reconfiguraram o espaço estadual.  Em primeiro lugar, do ponto de vista demográfico, conforme ilustra a tabela a seguir, a população tanto se urbanizou, como se concentrou na Grande Vitória e em cidades de médio porte (principalmente Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e Linhares).

TABELA 3 -EVOLUÇÃO DEMOGRÁFICA DO ESTADO (1950-2010)

Fonte: IJSN (2011); BUFFON (1992) e Caçador (2008)

Ainda que tenha havido uma relativa desaceleração do crescimento da Grande Vitória a partir de 1990, é importante destacar a forma como o crescimento da metrópole capixaba se sustentou.  No que diz respeito à sua distribuição entre os cinco municípios que compõem a região metropolitana, os dados apresentados na tabela a seguir, deixam claro que os espaços ocupados pelos migrantes guardam estreita relação com:

– eixos viários existentes e construídos: na década de 1950 parcela considerável do processo migratório interior/GV foi abrigada ao longo dos dois principais eixos de transportes que ligavam Vitória aos demais municípios da GV: a linha de bonde entre Paul e Vila Velha e a Rodovia Carlos Lindenberg, ligando São Torquato a Vila Velha.  A partir da década de 1960, com a pavimentação do trecho comum das BRs 101 e 262, ligando São Torquato a Viana, foi intensificada a ocupação do solo em áreas a ele lindeiras.  O mesmo ocorreu a partir da década de 1970 com áreas ao longo da Rodovia do Sol e da BR 101  no município da Serra;

–  expansão de programas de habitação popular financiados pelo antigo Banco Nacional da Habitação que buscavam minimizar os custos de terreno o que implicava na busca de áreas cada vez mais distantes dos centros geradores de emprego;

–  papel do mercado imobiliário na preservação de valores nas décadas de 1970-início 90 quando o processo inflacionário superava sistematicamente seus próprios picos.  Isso viabilizou tanto a expansão acelerada da urbana dos municípios da Grande Vitória com o lançamento de loteamentos com pouca disponibilidade de infra-estrutura, quanto a verticalização de áreas mais nobres, com o surgimento de incorporações e condomínios voltados para habitação e serviços voltadas para faixas da população de maior renda.

 

TABELA 4 – EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO DOS MUNICÍPIOS DE VITÓRIA, VILA VELHA, CARIACICA, SERRA E VIANA E SUA PARTICIPAÇÃO RELATIVA NO TOTAL DA GV)

IJSN (2011) e Buffon (1992)
Ressalte-se que esse processo de crescimento da Grande Vitória, sustentado

(a) pela migração de áreas deprimidas do interior do estado e/ou pela atração de força de trabalho com baixa escolaridade à busca de oportunidades em empregos transitórios quando da implantação/expansão dos Grandes Projetos e seus efeitos a montante e/ou a jusante e

(b)  pela ocupação de áreas com altos custos de urbanização adequada (educação, saúdes, saneamento básico, transporte urbano, dentre outros), muitas vezes por condições geográficas, outras por baixa densidade, gerou elevado passivo social e político.

Ainda hoje, são consideráveis as assimetrias na distribuição de alguns desses serviços entre municípios e entre áreas desses. Também importante é como algumas das áreas com maior incidência de violência urbana estão relacionadas com o processo de ocupação desordenada do espaço metropolitano acima brevemente descrito.IJSN (2011) e Buffon (1992)

 

TABELA 5 – SITUAÇÃO DAS HABITAÇÕES, DISPONIBILIDADE DE ALGUNS SERVIÇOS NO ESPÍRITO SANTO (%) (2009)


GRÁFICO 1 – MAPA DA VIOLÊNCIA DA GRANDE VITÓRIA
Fonte: Elaboração a partir de IBGE (2010)

Fonte: IJSN (2011b)

No que diz respeito às cidades de porte médio e àquelas de menor porte, vale destacar:

– o papel desempenhado pela agropecuária modernizada.  Ainda que fortemente concentrada em atividades ligadas à cafeicultura (num primeiro momento com a difusão do conilon em municípios com altitude abaixo de 200 metros, e mais recentemente com a dinamização do arábica em áreas mais altas), é marcante o efeito dinamizador desses centros urbanos provocado pela diversificação baseada na silvicultura, hortifruticultura, pecuária de leite e de corte, avicultura, principalmente;

–  a dinamização de arranjos produtivos de micro, pequenas e médias empresas ligadas a segmentos como vestuário, móveis, alimentos, mármore e granito e alguns de seus efeitos multiplicadores, principalmente na área de serviços;

–  a concentração em algumas delas (principalmente as de porte médio, com destaque para Cachoeiro, Colatina, Linhares e Nova Venécia) de serviços urbanos ligados à educação, saúde, comércio e serviços bancários cuja demanda extrapola seus limites político-administrativos, pois atendem também a municípios próximos no estado e em outros vizinhos.

Mas essa desconcentração concentrada do crescimento é sustentada por atividades de baixo valor agregado, muitas vezes intensivas em recursos naturais não renováveis (como o caso da extração de mármore e granito; a irrigação de cafezais, dentre outros), e geradoras de efluentes que prejudicam a qualidade do ar, solo e ar.  Além disso, mantêm e/ou ampliam assimetrias econômicas e sociais no espaço capixaba.  Conforme pode ser visto pela tabela a seguir, mesmo quando se utiliza indicadores de baixa exigência no que diz respeito à melhor distribuição do progresso econômico entre as pessoas, são grandes as diferenças entre os municípios nas três faixas construídas de leste para oeste.

TABELA 6 – PARTICIPAÇÃO DOS MUNICÍPIOS A LESTE E OESTE DA BR 101 NO PIB CAPIXABA, POR ATIVIDADE ECONÔMICA – 2008

Fonte: Elaboração própria a partir de IJSN (2010)

Essa diferença fica ainda mais acentuada quanto se leva em consideração os municípios ao extremo oeste capixaba, confrontando com Minas Gerais.

 

TABELA 7 – PARTICIPAÇÃO DOS MUNICÍPIOS A OESTE, CONFRONTANTES COM MG NO PIB CAPIXABA – 2009

Tais elementos provocam também disparidades quanto a distribuição da renda no Estado, conforme claramente indica o gráfico a seguir.Fonte: Elaboração própria a partir de IJSN (2011c)

GRÁFICO 4 – FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA, SEGUNDO LOCALIZAÇÃO

 

3 – OS DESAFIOS DE DESCENTRALIZAR AS RIQUEZAS E A DINÂMICA ECONÔMICA NO ESPÍRITO SANTO.

Superada a grave crise econômica, social e política pela qual passou com a erradicação de cafezais nas décadas de 1950/60 e consolidadas as sucessivas etapas de industrialização retardatária no Espírito Santo, o interior do estado (aqui entendido como compreendendo os municípios que ficam a oeste da BR 101), é hoje um território caracterizado pela diversidade.  Salvo alguns bolsões onde o crescimento ainda é lento, essa parcela geográfica da economia capixaba emergiu da crise da monocultura do café com uma economia revigorada e dinamizada pela diversificação.

Essa diversificação pode ser constatada na agricultura (onde o café ainda é predominante, mas outras atividades – como a silvicultura, a fruticultura, a avicultura, hortifrutigranjeiros etc. – o complementam e dão sustentabilidade à propriedade familiar); no setor secundário (onde além do processamento de alimentos, já se destacam a produção de outros bens de consumo – como vestuário, móveis etc.); e no setor de serviços (com destaque para a  infraestrutura de turismo e para a ampliação das redes de saúde e de educação, ressalvas feitas a carências por serem preenchidas).

Esses avanços devem servir para uma reflexão sobre a capacidade de recuperação do interior capixaba, mas, além disso, para uma visão crítica a respeito dos novos desafios a serem enfrentados.  Dentre esses, destaca-se a necessidade de seu desenvolvimento ser pensado a partir do que é contemporâneo na dinâmica mundial, na qual é crescente, por um lado, a importância dos processos de aprendizagem e de geração de novos conhecimentos.  Por outro, toda atividade voltada para a produção, circulação e distribuição de bens, serviços e conhecimento tem que considerar a sustentabilidade ambiental para além do discurso, o que significa incorporá-la de forma efetiva à prática, sem a qual não pode haver a sustentabilidade social e econômica.

Um segundo desafio é o de buscar complementaridades com aquelas atividades econômicas que já são exitosas mas que, mesmo quando territorialmente vizinhos, ainda carecem de aprofundar a integração e interação, para formarem novas possibilidades de desenvolvimento. Essa interação poderá ser buscada, por exemplo, entre a produção da agricultura familiar e atividades industriais em setores como o de alimentos, vestuário e moveleiro.  Exemplo disso pode ser o processamento de produtos agrícolas orgânicos para venda em mercados nacionais e internacionais; de madeira reflorestada para a indústria de móveis; e a de fibras que estimulem um elo complementar ao segmento de confecções no Espírito Santo.

Um terceiro desafio para o desenvolvimento do interior capixaba é o de buscar complementar seus segmentos econômicos dinâmicos com atividades que sejam contemporâneas da economia do aprendizado e do conhecimento.  Isso implica em novos saltos qualitativos e exige ações coletivas e a construção de visões compartilhadas voltadas para a produção, circulação e distribuição de intangíveis. Por isso, é fundamental que capacitações conquistadas na produção de tangíveis (café, alimentos industrializados, vestuário, móveis etc.) sejam valorizadas com a atração de atividades intensivas em conhecimento (com destaque para design, marketing e logística).

Por essas questões, é preciso pensar que as políticas públicas (não necessária e exclusivamente governamentais) precisam ser construídas e operacionalizadas no sentido de atrair para o interior do Espírito Santo atividades de desenvolvimento científico, tecnológico e inovação em áreas como produção agrícola sustentável pelo trato adequado da natureza, recuperação de recursos hídricos, energia renovável, biotecnologias e nanotecnologias, etc..  Vale lembrar que esses são temas de crescente importância política e econômica na agenda internacional e para os quais o Brasil, de uma forma geral, e o Espírito Santo , de forma específica, têm muito a contribuir. Mas é sempre bom lembrar que essa contribuição dificilmente se dará pelas forças de mercado; elas necessitam de estímulos e fomentos que necessariamente passam por políticas públicas construídas a partir de visões compartilhadas.

 

4 – CONSIDERAÇÕES FINAIS

Do que foi até aqui discutido, evidencia-se a necessidade o desenhos de políticas públicas (não necessariamente estatais) para o desenvolvimento capixaba mas que sejam fundamentalmente diferentes do que as que foram elaboradas nos últimos quarenta anos. A idéia central é que essas políticas públicas fomentem atividades sustentáveis econômica, social e ambientalmente e que distribuam de forma mais eficiente a dinâmica econômica no estado.

Dentre essas, estão aquelas de serviços intensivos em conhecimento, principalmente os:

.  ligados à logística de apoio ao comércio exterior (via aumento e diversificação da circulação de bens pelos portos capixabas;

.  de design e marketing que podem contribuir para uma nova inserção competitiva de arranjos produtivos em áreas como vestuário, móveis, alimentos e bebidas;

.  centrados em tecnologias transversais como software, biotecnologia e nanotecnologia.

Ressalte-se que a sustentabilidade econômica e financeira do fomento e emergência dessas atividades  no Espírito Santo pode se dar através da atração/fixação de empreendimentos no estado cujo foco inicial podem empresas que aqui já operam.  No desenho e operacionalização dessas políticas, é fundamental o envolvimento tanto das grandes empresas hoje implantadas (Vale, Arcelor Mittal, Fibria e Petrobras, principalmente), quanto aquela de pequeno e médio portes que já demonstraram competitividade em mercados com alto grau de concorrência (mármore e granito, vestuário, móveis, alimentos, por exemplo).  É importante também o envolvimento de instituições que já se dedicam à pesquisa e à difusão de conhecimento nessas áreas (Ifes, Incaper e Ufes, principalmente).

Por último, mas nem por isso menos importante, há que se suplementar o acima proposto com ações voltadas para cidadania.  Essa, assegurada pela inclusão de todos no processo de desenvolvimento econômico (que passa, necessariamente, pelo democratização do acesso à educação, saúde e cultura).  Essa inclusão deve ir além de medidas compensatórias para voltar-se para ações que tanto assegurem a retenção de talentos no interior quanto aquelas voltadas para a atração daqueles que têm como opção de vida relações sociais que as grandes cidades dificilmente podem oferecer.

Essa retenção e atração implicam na necessidade explítica de políticas para acesso à  educação de qualidade inclusiva, à saúde, cultura e lazer.  Por isso, há que se construir e operacionalizar políticas voltadas para equipamentos de cultura e lazer em quantidade e qualidade pelo interior do Espírito Santo.  Ativos e público para tanto existem; basta ver o sucesso de diversos festivais já consolidados pelo interior do estado.

Esses ativos culturais e essa demanda reprimida por atividades culturais/ de lazer merecem a construção de centros objetivando a valorização da cidadania local.  Essa valorização necessita de construção e operacionalização de espaços voltados para as artes de uma maneira geral (superando-se a atual concentração em Vitória de teatros, museus e galerias); bem como daqueles (principalmente parques e áreas de lazer) que incentivem a contemplação e interação dos cidadãos com ativos naturais em seu entorno.

Buscar complementaridades/suplementaridades entre o econômico, o social e o cultural; e interações harmonizadas entre o ser humano e seu entorno natural; representam hoje ingredientes fundamentais para uma agenda de desenvolvimento do interior capixaba.  Essa agenda precisa ser construída de forma compartilhada com agentes econômicos, sociais e políticos porque, salvo algumas áreas ainda deprimidas, hoje é baixa a capacidade de dinamização social e econômica a partir da construção de estradas, da oferta de serviços de energia e telecomunicações, e da concessão de incentivos para a instalação de empresas industriais.

E mais, uma agenda aparentemente ousada deve ser buscada porque hoje, contrariamente à realidade de algumas décadas atrás, o interior capixaba pode oferecer mais, muito mais, do que recursos naturais e mão de obra a baixo custo.  Hoje ele tem elementos para pensar e agir com vistas a uma inserção sua na economia brasileira e internacional contemporânea da economia do conhecimento e do aprendizado e da ética do cuidar.

 

 

REFERÊNCIAS

BUFFON, José Antônio B. O café e a urbanização no Espírito Santo: aspectos econômicos e demográficos de uma agricultura familiar, 1992. Dissertação (Mestrado em Economia) – Instituto de Economia, Universidade Estadual de Campinas: São Paulo, 1992.

CAÇADOR, Sávio Bertochi. Um olhar crítico sobre a evolução da economia capixaba nas últimas décadas: uma análise a partir das teorias de desenvolvimento regional e de estatísticas de inovação. 2008. 175 f. Dissertação (Mestrado em economia) – Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2008.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Pesquisa de Amostra de Domicílios 2010. Rio de Janeiro, IBGE, 2010.

INSTITUTO JONES DOS SANTOS NEVES – IJSN. O PIB capixaba 2008. Vitória-ES: IJSN, 2010.

INSTITUTO JONES DOS SANTOS NEVES – IJSN. O PIB capixaba 2009. Vitória-ES: IJSN, 2011.

INSTITUTO JONES DOS SANTOS NEVES – IJSN. Processo de urbanização, estrutura demográfica e violência: análise no Espírito Santo e Vitória. Vitória-ES: IJSN, 2011b.

PEREIRA, Guilherme H. Política Industrial e localização de Investimentos: e o caso do Espírito Santo. Vitória: EDUFES, 1998.

ROCHA, Haroldo C.; MORANDI, Ângela Maria. Cafeicultura e grande indústria: a transição no Espírito Santo (1955-1985). Vitória, ES: FCAA, 1991.

SILVA, Justo Corrêa. Espírito Santo: o processo de industrialização e a formação da estrutura do poder executivo 1967/1983. Dissertação de Mestrado apresentada à Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, UFMG: 1993.

VILLASCHI, Arlindo (org) Elementos da economia capixaba e trajetórias do seu desenvolvimento. Vitória-ES, Flor&cultura: 2011.

ZORZAL E SILVA, Marta. Espírito Santo: Estado, interesses e poder. Vitória: Fundação Ceciliano Abel de Almeida/UFES, 1995.


[1] Mais de 2/3 do PIB capixaba refere-se à produção e/ou à circulação por seu território de minério de ferro, pelets de minério, aço, celulose e mármore e granito.

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