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Archive for the ‘Desenvolvimento Capixaba’ Category

GERAÇÃO DE EMPREGOS NO ESPÍRITO SANTO EM 2013

In Desenvolvimento Capixaba, Evolução do Emprego on 25/02/2014 at 12:36

Por: Ednilson Silva Felipe

procurar-emprego-Segundo os dados do Ministério do Trabalho e Emprego, processados através do CAGED, a economia capixaba gerou, em 2013, um total de 14.133 novos empregos. Abril foi o mês em que houve maior número de novas contratações líquidas (8.460), enquanto em Dezembro apresentou o maior saldo negativo. Nesse mês foram 5.782 demissões a mais do que contratações. O saldo mensal de empregos no Espírito Santo, em 2013 pode ser visto no gráfico abaixo.

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ESPECIALIZAÇÃO REGRESSIVA E ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O INTERCÂMBIO COMERCIAL ESPÍRITO SANTO X CHINA – I

In Comércio Exterior, Desenvolvimento Capixaba on 12/11/2013 at 15:22

Por: Ednilson Silva Felipe

ÍndiceA partir do seu ingresso na Organização Mundial do Comércio – OMC, em 2001, a China teve seu espaço de inserção ampliado, o que fortaleceu o seu fluxo comercial com maioria dos países e vem, ano após ano, aumentando também o seu intercâmbio com o Brasil. O debate em torno disso esteve centrado (1) nos desafios para os produtores brasileiros em relação a competição com os chineses e, mais recentemente, (2) em entender como a dinâmica chinesa pode significar oportunidades para a economia brasileira.

 De um lado, para alguns, os produtos chineses passaram a surgir como avalanche que colocava em xeque todos os setores industriais, principalmente aqueles intensivos em mão de obra, incapazes de competir com os baixos salários praticados na China. Para esses, a “competitividade chinesa” surge como uma ameaça à indústria brasileira. Por outro lado, uma vez que a China passa a aparecer como um dos grandes importadores mundiais, sua dinâmica fortalece o comércio exterior brasileiro e a continuidade do crescimento daquele país contribui, em grande medida, para expansão dos setores exportadores brasileiros.

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DINÂMICA DO ARRANJO PRODUTIVO DE SAÚDE DA GRANDE VITÓRIA-ES

In Desenvolvimento Capixaba, Desenvolvimento Sustentável, Uncategorized on 08/10/2013 at 8:32

Por: Ednilson Silva Felipe, Arlindo Villaschi, Philipe Alvarenga, Bianca Mello

article_imageEmbora o tema saúde seja de importância vital para o entendimento da qualidade de vida de qualquer população, os economistas ainda se debruçam pouco sobre esse tema e sobre suas relações com a economia. Na composição do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de um país, por exemplo, a melhoria dos indicadores de saúde e o fortalecimento de sua institucionalidade – no sentido de ser capaz de assegurar serviços qualificados – sugere que existe uma relação estreita e positiva entre saúde, educação, renda e bem estar.    É nítido, ainda, que o tema guarda estreitas relações com outras áreas e variáveis sociais, dentre elas: condições sanitárias domiciliares, saneamento básico e segurança alimentar. De uma forma geral, pode-se dizer de uma relação entre esses pontos e a economia que precisam ser devidamente estudados e entendidos, para que, por essa ótica, novas políticas públicas possam ser desenhadas e implementadas.

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POR UMA ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO*

In Desenvolvimento Capixaba, Inovação, Política Pública on 26/04/2013 at 13:05

Por: Jorge Luiz dos Santos Junior

Terminal-de-VitoriaParece inequívoco na história econômica do Brasil que as estratégias de desenvolvimento estiveram diretamente orientadas por forças políticas territorializadas, capital industrial nacional e estrangeiro e por desejos particulares que ganhavam status de comoção ou compulsão nacional pelo desenvolvimento a qualquer custo. Destaque para os jargões: “Brasil, o celeiro do Mundo”, “50 anos em 5”, “crescer o bolo para o depois distribuir” entre outros.

O que observamos foi uma sucessão de estratégias deliberadas de desenvolvimento sem perspectiva temporal, na maioria das vezes acompanhadas por um ambiente externo favorável e pautadas em planos de desenvolvimento previamente elaborados, com foco no crescimento industrial para substituir importações. Porém, quando da presença de crises, o que se observava era um desvio de rota que se consubstanciava (e que ficou evidente nas décadas de 1980, 1990 e início dos 2000) em busca por estabilidade (política, financeira e econômica).

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O NOVO REGIME AUTOMOTIVO E O ESPÍRITO SANTO

In Desenvolvimento Capixaba, Inovação, Uncategorized on 14/04/2013 at 11:52

Por: Profª Érika Leal, Caio Libalde Medici, Emanuel Modenesi Rangel, Marcos Aurelio Lannes Junior e Rodrigo de Rezende Teixeira*

1349389962631No curso de Engenharia de Produção do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes/Campus Cariacica), onde ministro disciplinas relacionadas à engenharia econômica, além das aplicações diretas das disciplinas nas organizações privadas, tenho uma preocupação de trabalhar com os alunos diversos assuntos relacionados à gestão pública, em função da crescente participação dos engenheiros de produção nas organizações públicas.

Assim, recorrentemente fazemos exercícios como o explicitado nesta resenha (que é uma versão resumida de um trabalho elaborado pelos autores), onde buscamos avaliar um conjunto de medidas adotadas pelo governo para fortalecer um segmento econômico, neste caso, o automotivo, e discutimos as implicações das medidas para regiões como o Espírito Santo.

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Algumas reflexões sobre a noção de desenvolvimento (*)

In Desenvolvimento Capixaba on 14/03/2013 at 9:14

Por:  Jorge Luiz dos Santos Junior (1)

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Ainda por volta da primeira metade do século XX a questão do desenvolvimento das nações esteve associada exclusivamente à ideia de crescimento do produto econômico. Notoriamente, essa relação apresenta certo grau de relevância, sobretudo ao assumirmos uma perspectiva Keynesiana, na medida em que parece haver uma relação próxima entre crescimento econômico e melhoria das condições de vida das nações, derivada do aumento do emprego e da renda.

A partir dessa perceptiva, e rompendo com a hegemonia teórica do mainstreamdo pensamento econômico e sua “Teoria das Vantagens Comparativas”, vários estudiosos, olhando para os países mais atrasados considerando uma “escala de desenvolvimento”, passaram a diagnosticar a necessidade de transformação de suas estruturas produtivas a fim de promover o crescimento.

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Re-examinando espaços*

In Desenvolvimento Capixaba, Urbanização on 29/01/2013 at 10:46

 

Por: Arlindo Villaschi

cariacica_1O rápido processo de crescimento econômico pelo qual passa a Grande Vitória há mais de trinta anos tem tido como uma de seus principais sub-produtos um intenso adensamento de suas áreas urbanas.  Isso pode ser percebido tanto pela transformação de áreas de uso rural em ‘reserva’ para ocupação via implantação de projetos industriais /de serviços / habitação; quanto pela acelerada transformação de bairros até pouco tempo de ocupação uni familiar em espaços preferenciais para a construção de prédios com inúmeras unidades habitacionais e/ou comerciais.

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Desenvolvimento capixaba: pontos para uma agenda*

In Desenvolvimento Capixaba, Inovação, Interiorização on 21/01/2013 at 17:40
images35Vale a pena fazer o exercício de como gastar os recursos atuais de maneira a gerarmos novas fontes de riqueza para o futuro

Graças a um legado da natureza, da exploração de gás e petróleo na costa capixaba é possível projetar (mesmo levando-se em conta o que deixará de ser recebido em função de alterações nas regras de distribuição de royalties entre estados/municípios produtores e não produtores de gás e petróleo) considerável fluxo de renda para os erários estadual e municipais nos próximos anos.

Com a disponibilidade desses recursos, o Espírito Santo coloca-se em situação privilegiada para mudanças estruturais em sua formação. Como eles são fruto de recursos não renováveis (ou seja, mais cedo ou mais tarde, o gás e o petróleo acabarão) vale a pena um exercício de como gastá-los de maneira a gerarmos novas fontes de riqueza para o futuro.

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A Contribuição do Bandes para a Economia Capixaba

In Desenvolvimento Capixaba, Uncategorized on 28/10/2012 at 23:57

Por: Aline Liquer Corrêa e  Mayara Lyra Bertolani – Graduandas em Economia pela UFES

Até a primeira metade do século XX, a economia capixaba apresentava-se estagnada, tendo seus índices de crescimento menor do que a média nacional. A partir dos anos 70, na direção da política econômica nacional, o Estado tomou um rumo distinto daquele existente até então. Nesse contexto, teve inicio a formulação do que veio a ser os “Grandes Projetos Industriais”, dando forma concreta à modernização econômica do Espírito Santo.

Desestrutura-se, portanto, um modelo primário exportador em função de um novo padrão de acumulação – o urbano-industrial. Com uma infraestrutura bem montada (transportes, comunicação, energia e portos), o Espírito Santo passou a viabilizar sua maior integração ao capitalismo nacional e internacional. Este fato marcou as grandes mudanças na economia com ampla diversificação em sua base produtiva, que de predomínio agroexportadora, passou a ser identificada a partir de um modelo econômico centrado em commodities industriais de produção em larga escala.

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ELEMENTOS CARACTERIZADORES DA CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA NO ESPÍRITO SANTO

In Demografia, Desenvolvimento Capixaba, Interiorização on 02/08/2012 at 14:20

Por: André da Silva Mendes, Arlindo Villaschi e Ednilson Silva Felipe

 No Espírito Santo, apesar das evidentes concentrações setoriais e regionais da renda, as altas taxas de crescimento econômico (puxadas, principalmente, pelo bom desempenho do segmento exportador de commodities) vêm sendo tratadas nos meios políticos e pela mídia local como indicativo de vigor da economia local. Pouco ou quase nada se discute o conteúdo dessa concentração e seus impactos na sustentabilidade desse crescimento.

Quanto às conseqüências, vale dizer que além de se concentrarem em poucos segmentos produtivos[1], as unidades produtoras desses segmentos concentram-se em um pequena faixa do localizada ao longo do litoral.  Essa concentração no espaço tem gerado crescentes externalidades negativas para a Região Metropolitana da Grande Vitória (poluição, circulação urbana, dentre outras) e passa a ser fator de crescimento desordenado de cidades menores, tais como Guarapari, Anchieta, Linhares e São Mateus.

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